Análise das coleções Verão 2026 das principais marcas brasileiras mostra queda de 38% em referências de puffer. Veja como recompor o mix de inverno da sua loja sem perder margem — e o que vai entrar no lugar.

Editora-chefe · Varejo de Moda
Em outubro de 2024, era impossível atravessar um shopping sem ver uma vitrine inteira dedicada ao puffer. Hering, Renner, Riachuelo, Marisa, C&A — todas as grandes redes tinham a peça como âncora da coleção de inverno. Doze meses depois, o cenário é outro: nas coleções Verão 2026 anunciadas em São Paulo e Nova Lima, o puffer aparece em referências contadas. A Hering reduziu 41% as SKUs com a peça. A Riachuelo, 33%. A Renner, 38%.
Não foi uma única coisa. Foram três que aconteceram juntas e, somadas, mudaram o jogo:

Editora-chefe do Varejo de Moda. 14 anos cobrindo o setor — passou pela WGSN, Modacad e Vogue Business antes de fundar o portal em 2022. Escreve sobre tendências, mix de produto e estratégia de varejo. Já entrevistou +200 lojistas brasileiros.
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